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Fiz do seu amor o meu calor, por um acaso hoje morro de frio.
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Sempre quis alguém…
que me ouvisse. Não as bobagens
que falo de vez em sempre.
Mas o que minha alma não sabe
dizer. Que fizesse esforço para…
captar tudo que não sai da minha
boca.
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E no final das contas é tudo escuro, é sempre noite, e quase tudo é bobagem. A gente fica sozinho, bebe demais, lembra demais, pensa demais, bate em portas estranhas, há uma festa, a festa termina, não há final feliz ou infeliz, não há final, o dia amanhece, a chuva pára, se aconteceu alguma coisa ou nada aconteceu, não faz diferença. Aos poucos a gente acostuma e se enxerga.
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Se eu não entendo, não é você que vai entender. Mas deixa pra lá. Uma hora essa sensação ruim passa e eu volto a ser normal. Mas agora eu só penso em me afundar na cama e passar uns bons meses sem sair dela.
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Ninguém acredita, mas eu tinha uma inocência que ninguém conseguia explicar. Simplesmente ela estava lá, presente. Saudades daquele tempo em que eu não tinha noção do que um coração partido é capaz de fazer com uma pessoa. Transformá-la em algo irreconhecível, uma pessoa vazia, fria, solitária… Incapaz de sentir ou se entregar. Presa em um mundo cinza por opção, por proteção.
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Tenho passado tempo demais em casa, sozinho, sem brilho, desocupado, numa pequena crise, sem conseguir escrever nada, nada que preste pelo menos.
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Ultimamente tenho que me proteger de mim mesmo, desses meus pensamentos que tentam me enlouquecer cada vez mais.
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Engraçado que as pessoas te pedem pra você tentar entendê-las mas elas não fazem a mesma coisa por ti.